Cheque-Formação: Candidaturas Abertas

ChequeFormacaoEstão abertas as candidaturas ao Cheque-formação. O Cheque-Formação constitui um apoio financeiro à frequência de formação ajustada às necessidades da empresa e visa contribuir para a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas. Com este apoio pretende-se reforçar a qualificação e a empregabilidade através do incentivo à formação profissional, do reforço da qualificação profissional dos ativos, do incentivo aos percursos de aprendizagem do longo da vida e responder às necessidades de formação que promovam a melhoria dos desempenhos profissionais.

As candidaturas a este apoio funcionam em regime de candidatura aberta.

A Carmo & Cerqueira está disponível para prestar qualquer esclarecimento.

Comércio Investe – Abertura de candidaturas

IAPMEI

Comércio Investe

Comércio Investe

As candidaturas ao apoio Comércio Investe abriram a 13 de Fevereiro e encerram a 13 de Abril. Pode consultar aqui a publicação do despacho com as informações essenciais sobre este apoio.

Projetos enquadráveis

Projetos de investimento promovidos por empresas ou por associações empresariais destinados à promoção da inovação de processo, organizacional e de marketing nas empresas do setor do comércio.

Âmbito territorial

Aplicável em todo o território do continente, definindo os avisos de abertura dos concursos para a apresentação de candidaturas as regiões abrangidas em cada caso.

Caso queira elaborar uma candidatura ou simplesmente saber mais sobre estes apoios contacte-nos.

Links

Pode encontrar mais informação relativa ao Comércio Investe em Site IAPMEI

PORTUGAL 2020 Candidaturas abertas

PORTUGAL 2020 Candidaturas

Portugal 2020 Candidaturas

Portugal 2020 Candidaturas abertas

A partir de 30 de Dezembro abriram as candidaturas para projetos conjuntos no âmbito do QREN internacionalização 2020.

Alguns dados sobre o novo quadro:
– 100 Milhões de Euros: Montante global de apoios a que as empresas se podem candidatar a partir de hoje para acções conjuntas;
– O concurso lançado destina-se apenas a acções conjuntas;
– 6,2 Mil Milhões: Montante total disponível para as PME no quadro 2020;
– Menos exigência burocrática e sanções mais pesadas para quem preste declarações falsas;

Os avisos recém-publicados contém a indicação de que a comparticipação do Portugal 2020 irá até 50% (incentivo não reembolsável) e de que não serão aceites projetos de entidades com os CAEs: 01, 02, 64, 65, 66, 84 e 95.

Os avisos separam as candidaturas por tipologia: Internacionalização ou Qualificação. Qualificação compreende as áreas de intervenção: Inovação Organizacional e Gestão, Economia Digital e TIC, Criação de marcas de design, Desenvolvimento de produtos/processos/serviços, Proteção de invenções, Qualidade, Transferência de Conhecimento, Distribuição e Logística e Eco-Inovação (veja mais detalhes nos links abaixo apresentado).

As despesas elegíveis são sensivelmente as mesmas que eram aceites no quadro anterior.

Integração regional dos projetos a financiar pelo Portugal 2020 aumenta possibilidade de serem bem sucedidos

“Quanto mais integrados forem os projetos, maior a possibilidade de serem bem sucedidos”, afirma o Primeiro-Ministro.

 

A Carta de Compromissos para o Desenvolvimento de Trás-os-Montes e Alto Douro para a aplicação dos fundos comunitários do programa Portugal 2020 «anda à frente daquilo que nós precisamos que se passe em outros territórios», pois «quanto mais integrados forem os projetos e as candidaturas, maior a possibilidade de serem bem sucedidos e poderem ir ao encontro das necessidades», afirmou o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho na cerimónia de assinatura do compromisso por nove instituições. «A solução aqui apresentada parece, desse ponto de vista, pioneira», acrescentou.
A carta de compromissos pretende unir os esforços da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e dos institutos politécnicos de Bragança e Viseu, das comunidades intermunicipais (Alto Tâmega, Douro e Terras de Trás-os-Montes), e as associações empresariais (Acisat, Nervir e Nerba) pelo desenvolvimento da região.
«A minha presença aqui também simboliza o compromisso do Estado, em termos de condução geral e de administração central, de poder ser um parceiro deste compromisso estabelecido entre todas estas partes essenciais ao desenvolvimento», afirmou o Primeiro-Ministro. Este exemplo pode «ser inspirador de respostas do mesmo tipo que devam ser encontradas noutras partes do nosso território» ajudando a aplicar melhor os fundos do programa Portugal 2020, acrescentou.
Pedro Passos Coelho criticou a aplicação dos fundos anteriores em projetos desadequados, afirmando que «só assim se justifica que ao fim de tantos anos a dispor de tantos instrumentos de desenvolvimento e de convergência económica, não tenhamos conseguido, nem corrigir as assimetrias do território, nem convergir com a maior parte dos países europeus».
«Depois de uma dezena de anos a usar o fundo social europeu isto é pouco compreensível», disse, acrescentando que «só podemos chegar à conclusão de que muitas das ações que tiveram lugar, não tiveram a qualidade que se esperava. Nós temos que associar o nível de investimento para estas qualificações e esta formação ao nível de empregabilidade que devemos esperar em seu resultado». O «compromisso hoje assumido é uma primeira abordagem, um primeiro passo para corrigir algumas das insuficiências do passado», sublinhou.
O Primeiro-Ministro afirmou ainda que «queremos que os próximos sete anos possam ser anos em que o essencial dos nossos recursos possam estar voltados para as qualificações dos portugueses e para garantir uma maior coesão do País e convergência económica de modo a termos também um sinal de progresso que nos aproxime mais dos nossos parceiros europeus».
Antes, Pedro Passos Coelho inaugurou o lar residencial da Associação de Paralisia Cerebral de Vila Real, que criou nove vagas e custou 800 mil euros.

 

Fonte: Portal do Governo e QREN  14 de Julho de 2014

SIALM – Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro Empresas

O SIALM foi introduzido como uma medida de incentivo (dentro do programa de incentivos QREN) a micro empresas ao investimento e à criação de postos de trabalho. Apesar de ser dirigido à maior parte dos territórios, tem como intenção apoiar e dar uma maior comparticipação a áreas do interior em risco de desertificação.

O SIALM está ao dispor de praticamente qualquer empresa com menos de 10 funcionários e com volume de negócios ou balanço inferior a 2 milhões de euros.

Passamos a resumir as principais características do SIALM:

– apoio de 50% do investimento (elegível) sobre a forma de subsídio não reembolsável para projetos com investimento até 5.000 euros (ou entre 5.000 euros e 25.000 euros para regiões em risco de desertificação especificadas na portaria 68/2013);

– apoio à criação de até 2 postos de trabalho, com subsídio de 12 meses vezes o Indexante de Apoios Sociais (419,22 euros); este subsídio pode ser majorado por 1,25 vezes caso os contratados tenham completado o ensino secundário ou 1,65 vezes caso tenham licenciatura ou mestrado.

– No caso de os empregos criados serem de jovens entre 18 e 30 anos desempregados, há uma majoração adicional de 50%.

 

Despesas elegíveis do SIALM

As despesas elegíveis são todas as despesas de investimento necessárias à realização do projeto de investimento, incluindo as despesas relativas à contratação de um Revisor Oficial de Contas ou Técnico Oficial de Contas e as obras de adaptação que se considerem necessárias no âmbito do projeto. Excluem-se os seguintes tipos de despesas:

– Aquisição de terrenos;
– Compra ou construção de edifícios;
– Trespasses e direitos de utilização de espaços;
– Aquisição de veículos automóveis e outro material aeronáutico;
– Aquisição de bens em estado de uso;
– Juros durante o período de realização do investimento;
– Trabalhos da empresa para ela própria.

 

Prazos SIALM

Fase 1: 18 de Fevereiro a 1 de Abril

Fase 2: 2 de Abril a 3 de Junho

Fase 3: 4 de Junho a 5 de Agosto

Fase 4: 6 de Agosto a 7 de Outubro

Fase 5: 8 de Outubro a 9 de Dezembro

Se tiver algum projeto em vista e pretender candidatar-se podemos auxiliar e submeter a sua candidatura, assim como rever o plano de financiamento e suportar os pressupostos que servirão de base à avaliação e potencial aprovação do seu projeto.

Contacte-nos para geral@carmoecerqueira.pt e responderemos no próprio dia ou no dia útil seguinte no máximo para prestar todo o apoio e esclarecimentos para que possa estar informado antes de efetuar a sua candidatura ao QREN.

Apoio Jovens Agricultores e PRODER 2014

Este artigo pretende publicar a pouca informação até agora conhecida sobre apoio jovens agricultores e a entrada no novo PRODER em 2014, como forma de tentar responder às dúvidas de quem pretende investir, que vimos recebendo diariamente por e-mail.

Relativamente ao PRODER 2014, provavelmente só teremos novidades sobre o programa a partir de Junho ou mesmo possivelmente Setembro de 2014. De acordo com a informação mais recente disponível, o novo QREN para o período 2014-2020 será conhecido como o Portugal 2020 e esperamos ter também novas candidaturas abertas no segundo semestre de 2014.

Relativamente ao apoio jovens agricultores, tudo indica que o programa se deverá manter, no entanto poderá haver alteração de condições de acesso ou mesmo de incentivos concedidos, no entanto nesta fase é demasiado prematuro para avançarmos com alguma informação. O apoio jovens agricultores recorde-se foi um sucesso no PRODER 2007-2013 com um total overbooking do programa em 2013.

Para aqueles que procuram informação sobre apoio jovens agricultores ou mesmo potenciais agricultores com mais de 40 anos, comecem por consultar no nosso site as medidas 1.1.3 e 1.1.1 no PRODER pois esperamos que muito do funcionamento no novo PRODER se mantenha face ao anterior programa.

A melhor recomendação para quem se pretende iniciar e não tem experiência na área é planear antecipadamente o que fazer.

Idealmente o primeiro passo que recomendamos como sempre é a procura e contratação de um técnico agrónomo competente que o oriente e aconselhe da melhor forma em questões como procura ou viabilidade técnica de um terreno, culturas mais recomendadas para o local e tipo de solo e mesmo questões fundamentais como áreas mínimas e investimentos necessários para averiguar se a exploração do terreno pode ou não trazer rentabilidade ao investidor.

Investir na agricultura – quais as razões económicas?

Num contexto de crise económica, com o abrandamento ou mesmo recessão em várias economias na Europa e o aumento do desemprego, a procura de soluções de investimento, criação e geração de riqueza e valor ganha uma nova importância. O artigo de hoje debruça-se sobre o tema Investir na Agricultura como uma possível solução, mas abordando as razões fundamentais por detrás desta ideia de investimento, tentando contrariar a “emoção” por detrás da onda de investimentos neste sector gerada pela criação de programas de incentivos como o PRODER.

Antes de mais realçamos a importância que programas como o PRODER estão a ter no desenvolvimento da actividade agrícola em Portugal.

Os níveis de subsídios atribuídos, especialmente no caso de jovens agricultores, são um forte motivador para por vezes qualquer pessoa, com ou sem experiência, querer investir na agricultura.

A agricultura é uma forma de vida como outra qualquer, pode ser geradora de emprego, riqueza, mas é antes de mais nos tempos que correm, um negócio. E um negócio exige do investidor uma dedicação considerável se este quiser garantir o seu sucesso.